Objetos de Aprendizagem na Educação – a experiência do NTE16

Por Adriana Sousa (NTE16 – Vitória da Conquista)

Utilizar Objetos de Aprendizagem – OA  em sala de aula é uma excelente alternativa para os alunos vivenciarem situações que não são possíveis no “mundo real”,realizarem experimentos sem perigo de se machucar ou ainda terem a possibilidade de repetirem a atividade até compreenderem um conceito.

Acreditando nessas possibilidades, o NTE16 (Adriana Sousa e Elmara Souza), em parceria com a Universidade Estadual de Feira de Santana – UEFS (David Moisés Barreto e João Marcelo Souza) elaborou dois OA que tem como objetivo principal explorar o corpo humano, em especial o Sistema Digestivo.

Na primeira atividade, a Convenção dos Bichos, os estudantes são convidados a participarem de uma conversa com alguns animais que buscam maior entendimento do funcionamento do Sistema Digestivo demonstrando os órgãos e sua importância e função na digestão.

 

 

O OA Montando o Sistema Digestivo é uma atividade interativa que traz um quebra-cabeça onde as peças são os órgãos do Sistema Digestivo. O estudante deve montar corretamente o sistema para que uma animação se inicie demonstrando todas as fases da digestão.

 

 

Os dois OA foram elaborados e construídos totalmente a distância, através de emails, redes sociais e MSN. Para nossa alegria e reconhecimento do nosso esforço e trabalho, o OA Convenção dos Bichos  premiado com o 1º lugar no Festival de Conteúdos Digitais – Challenges 2009 em Braga – Portugal e o OA Montando o Sistema Digestivo foi classificado no Concurso de Objetos de Aprendizagem do LACLO 2011  que aconteceu em Montevidéu – Uruguai.

Para ter acesso aos OA, clique nos links abaixo:

http://nte16.blogspot.com.br/2011/09/objeto-de-aprendizagem-montando-o.html

http://nte16.blogspot.com.br/2011/10/oa-convencao-dos-bichos.html

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EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA

EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA

Eu vejo que a forma atual como se desencadeia a educação formal está muito possivelmente equivocada do ponto de vista de aquisição do conhecimento. Devo perguntar: Que conhecimento os nossos alunos estão adquirindo na escola? Em que é possível aplicar o conhecimento que os alunos detem na escola? Uma constatação. “Os alunos não sabem nada”, “os alunos não aprendem nada”, “os alunos não estão interessados em nada”. Muito disso é verdade cabendo apenas passar um filtro nessas questões. Bom, se isso é verdade porque os alunos são promovidos ano após ano? Se passa, teoricamente é porque aprendeu. Aí nos remete as duas perguntas iniciais. O que estamos formando? Que tipo de profissional teremos no futuro? Como será uma sociedade administrada por profissionais que não aprenderam o suficiente na escola? Fica as indagações para análises futuras.

Com certeza estes questionamentos nos remetem a uma grande preocupação, a de fazer uma educação de qualidade. A sociedade tem grande responsabilidade na formação de seus jovens onde a Escola e a Família despontam neste grande “iceberg”. Sabemos que o papel da escola é de formar cidadãos, procurar dar aos alunos os ensinamentos de que eles necessitam para viver e trabalhar numa sociedade em frenética evolução, bem como orientá-los para a vida. Isso só pode acontecer, se a escola definir e reavaliar sua prática. Através de um trabalho crítico e da busca pelo exercício da cidadania, a escola deve mostrar às novas gerações a importância de cada indivíduo e seu papel na sociedade, enquanto cidadãos conscientes de seus direitos e deveres. É preciso que a escola compreenda que também é seu papel, dar ao aluno condições para se inserir no meio social. O professor, por sua vez, precisa resignificar sua prática, deve considerar o aluno como sujeito de múltiplas relações, que por estar em processo de formação, deve ser considerado em sua totalidade. Assim, deve assegurar ao educando uma formação crítica, capaz de levá-lo a refletir sobre temáticas cotidianas e interferir positivamente em seu meio e, sobretudo, em sua vida para transformá-la. Diante destas constatações, percebemos que existe um impasse entre a escola, os professores e a sociedade. A escola cobra do professor uma postura participativa e motivadora, mas nem sempre dá condições para que tal postura seja exercida. Os professores, por outro lado, muitas vezes se sentem impotentes diante de uma questão tão delicada e conflituosa e a sociedade, um pouco perdida nos seus valores, ignora e se isenta de responsabilidade.
Seria preciso um empenho muito grande da sociedade em geral, em cobrar do estado uma escola pública de qualidade, onde todos tenham direito a uma boa formação e a um direcionamento social e profissional.
Quando questionamos quem estamos formando e para quê estamos formando, é importante também nos perguntamos em que tipo de sociedade estamos vivendo e em que tipo de valores esta sociedade está baseada. Sem isso fica difícil definirmos aonde vamos chegar.
Uma coisa é certa: precisamos desenvolver uma proposta pedagógica que estimule o pensamento, a autoria, a auto-nomia a cooperação e, principalmente, a responsabilidade de cada aluno, para que desta forma, possamos formar cidadãos críticos, reflexivos e participativos na construção de uma sociedade justa e digna para todos.

Equipe Cordel – Rubi

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TECNOLOGIAS ASS…

TECNOLOGIAS ASSISTIVAS

“Para a maioria das pessoas, a tecnologia torna a vida mais fácil, para uma pessoa com necessidades especiais, a tecnologia torna as coisas possíveis”.Francisco Godinho

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Você sabe o que é tecnologias assisitvas?

Para alguns estudiosos é um termo ainda muito novo e que se confunde com reabilitação.

Vamos entender um pouco mais sobre este conceito?

De acordo com o Comitê de Ajudas Técnicas,

“Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social” (ATA VII – Comitê de Ajudas Técnicas – CAT).

As tecnologias assisitivas surgem para de certa forma facilitar a vida e mobilidade as pessoas portadoras de alguma deficiência ou necessidade especial, como os possuidores de deficiência auditiva, visual, deficiências múltiplas, paralisia cerebral entre outras.

As pessoas portadoras de alguma deficiência enm sempre tiveram oportuniddes, mecanismos e recursos que se aeuassem às suas necessidades.

Percebe-se atualmene que a visão segregacionista referente às pessoas com deficiência vem sido substituída por uma visão inclusiva ao longo das últimas quatro décadas. Como parte fundamental nesse processo, a educação sofreu uma radical transformação.

Esses novos paradigmas exigiam a integração e a participação ativa das pessoas com deficiência no processo educacional convencional e regular. Esses indivíduos deveriam ter acesso e compartilhar de todos os ambientes e recursos educativos, sendo respeitados em suas diferenças e limitações.
Visando viabilizar as mudanças necessárias para a integração das pessoas com deficiência ao processo educacional, entram em cena, a partir da segunda metade do século XX: os recursos tecnológicos.

Através o vídeo – As Borboletas de Zagorsky – documentário produzido pela BBC, temos a oportunidade de visualizar como é o ensino (não inclusivo) usado na escola especial fundada por Vigotsky, em Zagorsky, na Rússia para crianças com altas descapacidades. Vale a pena assistir todos os vídeos pois abre reflexão para o papel das tecnologias na tarefa de tornar os deficientes eficientes, mas o faz de maneira segregadora.

http://www.youtube.com/results?search_query=borboletas+de+zagorsky&search_type=&aq=f

Quando pensamos na inclusão da pessoa com deficiência nas escolas de ensino regular o acesso aos recursos de acessibilidade é uma das maneiras de ultrapassar as barreiras impostas pela deficiência, possibilitando que o indivíduo interaja com o meio favorecendo assim sua aprendizagem. É a possibilidade de uma inclusão não excludente, onde a condição de diferente em suas possibilidades da pessoa com deficiência é respeitada, o recurso assistivo proporcionará a acessibilidade aos espaços, aos materiais didáticos e a todos os equipamentos disponíveis em um ambiente de aprendizagem.

O universo das Tecnologias Assistivas é amplo, dentre eles estão os livros didáticos e paradidáticos impressos em letras ampliadas, em braille, digitais, em LIBRAS, pranchas de comunicação alternativa, livros falados, livros adaptados com separadores de páginas, reglete e punção, soroban, material de desenho adaptado, lupa manual, caderno com pauta ampliada, caneta de ponta grossa, lápis com diferentes espessuras ou com adaptadores que favoreçam a preensão, tecnologias de informação e comunicação (TIC) que possibilitam a otimização na utilização de Sistemas Alternativos e Aumentativos de Comunicação, com a informatização de métodos tradicionais de comunicação alternativa, como os sistemas Bliss, PCS ou PIC.

Hoje, existem softwares que permitem que o computador seja comandado através do sopro para indivíduos tetraplégicos. Para as pessoas com deficiência visual, existem programas que podem fazer o computador falar, tais como o DOSVOX, o Virtual Vision, Orca, dentre outros. O MecDaisy? distribuído gratuitamente pelo MEC permite que alunos com deficiência visual tenham acesso à literatura. O hardware também pode ser adaptado e elas dependerão das necessidades de cada aluno.

Infelizmente no Brasil, em qualquer tempo, questões cruciais com saúde ,seca, educação e agora também a inclusão acabam virando apenas bandeira eleitoral e moeda de troca em campanhas políticas. Nada é levado realmente a sério e o resultado é muito mais propaganda e marketing do quê promoção efetiva da cidadania.

Incluir é preciso para fazer valer o direito não apenas do indivíduo, mas também o da coletividade porque conviver socialmente significa colocar o respeito como um dos valores fundamentais desse convívio (até porque eu também precisarei desse respeito em algum momento).

Assegurar que as crianças com necessidades especiais que estudam em escolas regulares (ou não) tenham acesso a todos os recursos didáticos (incluindo recursos tecnológicos de última geração) que a criança “normal”(sem necessidade especial) tem nada mais é que uma obrigação do estado ao qual pagamos pesadíssimos impostos, principalmente, quando se defende o lema(ou slogan) PAÍS de TODOS.

Como muito bem colocava a propaganda : O Normal é ser Diferente. Nada justifica impedir a convivência de quem é diferente de nós em qualquer dos espaços sociais, principalmente a escola.

Assim, a questão principal da educação inclusiva é focar no respeito a essas diferenças por meio da criação de estruturas de atendimento às necessidades dos alunos, independente de suas limitações. O preconceito e a discriminação devem ser os primeiros desafios a serem superados com vista ao desenvolvimento de uma cultura democrática em que todos possam inserir-se nos diferentes espaços da sociedade.

Apesar dos avanços, contextualizados deste da Grécia antiga até os dias atuais, os esforços para garantia do acesso e permanência na escola regular, a prática cotidiana nos mostra que ainda precisamos de formação e valorização dos profissionais envolvidos para efetivamente desconstruirmos os espaços de segregação e possibilitarmos a ampliação do acesso e permanência de alunos com alguma deficiência na rede pública em todos os níveis de ensino. Isso demanda políticas públicas e comprometimento de todos os envolvidos, pais, educadores e comunidade.

O esforço é único, reconhecer que todos (as) podem aprender. O grande salto está no entendimento de que é necessária uma educação de mediação, interação entre alunos, professores, gestores com vista a garantia de direitos e aprendizagem e construção de conhecimento.

 

Portanto, historicamente estamos construindo uma educação mais inclusiva com os órgãos, instituições, entidades especializadas que atendem às pessoas com deficiência, família, escola e adequações que vão sendo realizadas com a participação ativa da própria pessoa com deficiência.

Rita Brandão, Nicéia, Núbia, Odinaelton, Oldair

 

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Borboletas de Zagorsk [BBC, 1992]: Parte I

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COMPUTAÇÃO EM NUVENS

http://www.r2asolucoes.com/wp-content/uploads/2011/02/internet-cloud.jpg

A computação em nuvens, em inglês chamada de “cloud computing”, é uma tendência na internet do futuro. Servidores interligados e gerenciados por empresas armazenam informações e dados que podem ser acessados em qualquer lugar e na hora que a pessoa necessitar. Por isso a expressão “nas nuvens” . É necessário somente cadastrar-se em algum site que oferece esse tipo de serviço e utilizar programas como editor de texto, planilhas eletrônicas, slides, editor de fotos e de vídeos sem precisar instalá-los no computador. A atualização desses programas é automática.

Exemplos de aplicativos que funcionam online: Gmail, Google Talk, Google Docs, iGoogle, Google Maps. A Microsoft também, já começou a lançar seus aplicativos como o pacote office online (contendo apenas Word, Excel, Power Point e OneNote). Há uma variedade realmente enorme de tipos de aplicativos que já estão nas nuvens, incluindo desktops inteiros, que também têm seus aplicativos, como se fosse um sistema operacional inteiro online. Assim, você envia seus arquivos para este sistema online e pode acessá-los a partir dele mesmo.

Essa tecnologia muda o conceito de armazenamento e acesso e economiza espaço no computador doméstico, porém necessita-se de internet com boa conexão. Para o Google, por exemplo, a internet deve se transformar numa plataforma completa de aplicações, criando um mundo onde as pessoas não precisem mais instalar softwares, a única necessidade será uma conexão com a internet. As empresas que oferecem os serviços devem investir em infraestrutura e segurança, para que não haja vulnerabilidade dos dados já que tudo fica online.

Se tudo acontecer como imaginam os engenheiros do Google e de outras empresas que apostam na computação nas nuvens, muito em breve os computadores poderão ser muito mais baratos e usarão programas oferecidos quase sempre de graça, pela internet. Seria a definitiva inclusão das camadas mais pobres da população no mundo digital.

Segundo Eric Schmidt, atual presidente do Google: “Hoje, se você tem um problema no computador, está tudo perdido, é terrível. Mas, com a computação nas nuvens, não importa se você usa o celular, o computador ou qualquer outro aparelho, tudo estará guardado na internet.” “Eu diria que o computador do futuro é a internet”, afirma.

Acesse o link http://www.youtube.com/watch?v=foG2FS_X9V8&feature=related e assista ao vídeo Cloud Computing: sabe o que é isso?, produzido pelo Programa Olhar Digital, e aprenda mais um pouco sobre essa tecnologia que veio para revolucionar.

Fontes:

http://www.tecmundo.com.br/web/738-o-que-e-computacao-em-nuvens-.htm

http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL455811-6174,00.html

Grupo Maracatu – Equipe Amarela

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Campanhas Educativas: Valorização do Professor: Abrace essa ideia!!!!

 

O Programa da TV AT traz, dentre outros produtos, uma série com 40 campanhas educativas de 1 minuto, aproximadamente, com uma linguagem publicitária, do gênero Campanha Publicitária com temas como, Valorização e Formação do Educador, Cidadania, Sexualidade, Direitos Humanos, Saúde, dentre outros.

As Campanhas da TV Anísio Teixeira propõem, a partir do seu formato criativo e dinâmico, diálogo amplo com os diversos setores sociais, objetivando a construção dos saberes, contemplando os objetivos sócio-culturais e educativos da comunidade escolar.

Clique aqui e conheça os temas das Campanhas Educativas disponíveis!!!

Podemos destacar nesta série 5 peças que versam sobre a temática Valorização e Formação do Educador: A Formação do Educador é uma Conquista!!!

As peças apontam a presença do professor como provocador de mais brilho na existência do aluno na sala de aula. Tal presença deve ser entendida como resultado de uma formação continuada deste profissional.

Podemos concluir que o professor contribui para mudanças na vida do aluno quando ele é capaz de mudar constantemente a sua atuação pedagógica.

Mas como isto é possível?

Este investimento na formação continuada faz parte da realidade do professor?
Bem, o programa deve, justamente, provocar estas reflexões, nos levar a pensar sobre a importância da nossa formação continuada e sobre nossas possibilidades, nossas condições reais e concretas de estarmos constantemente nos atualizando, estudando.

Muitas vezes geram-se questionamentos por parte dos professores, em relação à carga excessiva de trabalho, que pode não favorecer a realização de uma formação que contemple as suas reais necessidades. Uma forma de garantir ao professor sua valorização através da formação, é a Educação à Distância.Surge como uma das possibilidades para que o professor possa organizar seu tempo e realizar sua formação através desta modalidade de ensino.

Desta forma, o professor poderá garantir um processo contínuo de aperfeiçoamento dos seus conhecimentos em meio a tantas mudanças que o mundo contemporâneo exige. 

GRUPO SAMBA DE RODA – EQUIPE E

AUTORAS: IARA, JACQUELINE E JERUZA

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Campanhas Educativas: Valorização do Professor: Abrace essa ideia!!!!

O Programa da TV AT traz  dentre outros produtos, uma série com 40 campanhas educativas de 1 minuto  aproximadamente, com uma linguagem publicitária, do gênero Campanha Publicitária trazendo  temas como, Valorização e Formação do Educador, Cidadania, Sexualidade, Direitos Humanos, Saúde, dentre outros.

As Campanhas da TV Anísio Teixeira propõem, a partir do seu formato criativo e dinâmico, diálogo amplo com os diversos setores sociais, objetivando a construção dos saberes, contemplando os objetivos sócio-culturais e educativos da comunidade escolar.

Clique aqui e conheça os temas das Campanhas Educativas disponíveis!!!

Podemos destacar nesta série 5 peças que versam sobre a temática Valorização e Formação do Educador: A Formação do Educador é uma Conquista!!!

As peças apontam a presença do professor como provocador de mais brilho na existência do aluno na sala de aula. Tal presença deve ser entendida como resultado de uma formação continuada deste profissional.

Podemos concluir que o professor contribui para mudanças na vida do aluno quando ele é capaz de mudar constantemente a sua atuação pedagógica.

Mas como isto é possível?

Este investimento na formação continuada faz parte da realidade do professor?


Bem, o programa deve, justamente, provocar estas reflexões, nos levar a pensar sobre a importância da nossa formação continuada e sobre nossas possibilidades, nossas condições reais e concretas de estarmos constantemente nos atualizando, estudando.

Muitas vezes geram-se questionamentos por parte dos professores, em relação à carga excessiva de trabalho, que pode não favorecer a realização de uma formação que contemple as suas reais necessidades. Uma forma de garantir ao professor sua valorização através da formação, é a Educação à Distância. Surge como uma das possibilidades para que o professor possa organizar seu tempo e realizar sua formação através desta modalidade de ensino.

Desta forma, o professor poderá garantir um processo contínuo de aperfeiçoamento dos seus conhecimentos em meio a tantas mudanças que o mundo contemporâneo exige. 

 

Grupo Samba de Roda – Equipe E

COMPONENTES: IARA SANTOS, JACQUELINE LEAL E JERUZA MARIA, IZOLDA MAIA, JACY BANDEIRA

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